Desª Maria do Rocio faz última visita institucional como presidente do TRE-SC

O livro “O Municipalismo Ressuscitado das Urnas Eleitorais” foi entregue à Presidência da ALESC

Desª Maria do Rocio faz última visita institucional como presidente do TRE-SC

Na manhã desta quinta-feira (3), a desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta realizou sua última visita institucional como presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC). 

A desembargadora esteve reunida com o presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), deputado Julio Garcia, com a presença da secretária geral da Alesc, Marlene Fengler.

Durante o encontro, a Desª Maria do Rocio entregou ao presidente o livro de sua autoria “O Municipalismo Ressuscitado das Urnas Eleitorais”. Agradecido, Julio Garcia destacou: “Essa contribuição que o Tribunal nos dá neste momento, fazendo com que as ações e as informações sejam divulgadas de forma ampliada é muito importante e ajuda a consolidar a nossa democracia, de modo especial nos pleitos eleitorais que são os momentos que fortalecem o processo.”

No início de sua gestão na presidência do TRE-SC, a Desª Maria do Rocio lançou o livro “Acorda Mulher: o teu lugar também é na política” ao implementar o projeto com o mesmo título, colocando em prática medidas para fomentar a participação feminina na política catarinense e assegurar a igualdade na disputa eleitoral.

Ao finalizar este período, apresenta aos catarinenses “O Municipalismo Ressuscitado das Urnas Eleitorais” que reforça este propósito. Na obra, ela escreve em defesa da autonomia municipal e da revisão do sistema federativo e sua distribuição de rendas, levando a classe política a promover atos e leis para uma maior inclusão da mulher nas instâncias de poder e de tomada de decisão. 

“Embora o municipalismo tenha todo um viés diferente, por conta da questão federativa, neste ensaio também trago dados da ascensão das mulheres que, gradativamente, têm ocupado espaços. Assim como propugno para que os prefeitos coloquem as mulheres em cargos de poder e, porque não, na chapa majoritária ter sempre a prefeita ou vice-prefeita.”, reforça a desembargadora.

Para Marlene Fengler, este livro é uma contribuição extremamente relevante por ser uma compilação de dados não só para a classe política, mas para toda a sociedade. “Além disso, para que nós, mulheres, possamos nos enxergar neste contexto. O crescimento, a evolução, mas também os nossos desafios para uma participação mais efetiva das mulheres na política.” 

Por Júlia Machado

Assessoria de Comunicação Social TRE-SC

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